"Tenho em minha mão a caneta.
Tenho a incerteza dos versos;
O contraste das palavras.
E pergunto-me sobre o que
escrever. Pergunto-me.
Milhares, milhões de idéias,
Críticas e elogios;
Amor e ódio,
Bem dizer e mal dizer.
Tenho a incerteza.
Vejo meu rosto refletido nas letras,
Meu corpo nas estrofes de uma
poesia sem começo e término.
Sobre o que?...
E me perco...
Talvez me encontre.
Mas sobre o que escrever?
Sobre o mundo, com o rosto
E o desgosto por ser falso?"
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