Olá pessoas! Agora que estou empregada, posso comprar minhas coisinhas e fazer mais cursos ainda. ^^ E sabe o que eu resolvi? Resolvi fazer Teatro! =D Já fui lá no Neac (o curso de Teatro), já fiz inscrição e já tô dentro! Gente, fazer teatro é óóóóóóótiimooo!!! ^^
A 1ª aula eu a-do-rei! Foi Comédia. A 2ª foi Dramaturgia. E eu achei chato. Achei chato porque, Dramaturgia não é uma aula tanto pra atuar. É mais pra gente sentir. Sentir a cena, o personagem. Viver aquele momento irreal. E pra isso tem que ser muito criança, entende? Porque, quando se é criança, a gente tem visões, delírios e acredita em tudo aquilo que imagina. E você é mais sensível às percepções. Ser criança é lindo! E acontece que eu perdi a minha criança interior. u.u' Todo mundo chorou a aula inteira e eu não derramei nenhuma lágrima. Aí no final a cena era esta: Éramos 3 amigos (eu, Ailton e Ana Clara [ou é Ana Carolina? õ.o]). Eles eram o nº 1 e eu era o nº 2. Eles tinham que me dar uma notícia muito ruim. Então eu tentei me concentrar. Fechei os olhos e imaginei que esses indivíduos eram a Valentine e o Henrique (o casal perfeito). Comecei a ficar mais sensível. Mas quando abri os olhos e vi que não era eles, ah, que decepção! Rsrsrs!! Os dois choraram e me abraçaram muito forte. Eu gostei de eles terem me abraçado. Um abraço é muito bom, né! Com muito custo, eles me disseram que eu fui condenada à cadeira elétrica. Aí eu fiz um drama, pra poder encenar direitinho. Mas eu acho que não fui muito bem, porque eu não senti o medo da morte, nem a angústia de deixar de existir. E se eu fosse criança, deveras eu sentiria isso tudo e interpretaria a personagem muito melhor. Acabada a aula, eu chorei. Chorei porque não havia chorado na hora em que tive que chorar. Chorei porque ficou claro pra mim que eu realmente perdi a minha criança interior.
Agora, falando dessa perda. Eu sempre tive a imaginação muito fértil. Quando eu era bem pirralha, meu maior sonho era voar. E eu vivia pelejando pra poder voar. Batia os bracinhos e corria levemente pelo alpendre da casa, tentando voar. E não é que eu voava mesmo? Incrível! Não seio que era. Não sei explicar. Só sei que eu realmente voava. *-*
Eu também sempre fui muito sozinha. Por isso sempre inventava historinhas fúteis e vivia desenhando nas agendas da minha avó.
Aos 12 anos, conheci Lolla. E nós éramos melhores amigas. Eu ia brincar de super-heroínas na casa dela e era tudo mágico! 12 anos, nunca tinha beijado na boca e ainda brincava de boneca.
Aos 14, conheci a Valentine. E essa época ainda era mágica também. Eu enchia o saco dela pra contar historinha pra mim e ela contava. E era mágico! *-*
Depois, com 15 anos conheci o Daniel. E ele era meu melhor amigo, que sempre pedia um beijo meu. Rsrsrs!! Com 16 eu descobri que estava morrendo de amores por ele. E a gente ficou.
Mas aí meu pai descobriu o romance, e começou a me trancar dentro de casa. Foi a partir daí que a Magia acabou. :( Não entendo por quê!
E agora eu fico nesse dilema. Procurando pela Magia e não acho. Eu nem entendo muito bem essa Magia. Mas vamos com calma, né. Acho que vai dar certo. Eu vou achar o vértice da Magia. Tomara!
Acesse também o meu currículo artístico!
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Em busca da Criança perdida...
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